O poema fugiu, nem arrumou as malas, nem deixou bilhete, sumiu, simplesmente. Deixou o livro em branco e o dia mais vazio. Mas pra que preciso de palavras? As palavras são cruéis. Vá, me deixe em paz, pode sumir de vez. Não quero fazer versos e tenho raiva de poetas.
Querida... Quanta sensibilidade nesse seu blog todinho... Lindo! Adorei passear por seu jardim,mesmo estando um pouco sequinho. É o fim de um inverno quente. A primavera aí está a nos brindar com semente e brotos e novas flores! Sempre... Te beijo com todo amor.
Um comentário:
Querida... Quanta sensibilidade nesse seu blog todinho... Lindo!
Adorei passear por seu jardim,mesmo estando um pouco sequinho. É o fim de um inverno quente.
A primavera aí está a nos brindar com semente e brotos e novas flores! Sempre...
Te beijo com todo amor.
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