11 dezembro, 2007

Poema das nove e meia

Digas-me sempre
que são nove e meia, meu amor.
Porque penso em ti todas as horas
e nunca sei que horas são.
É tudo tão diferente!
(Con)fusos horários,
cigarros, pizza e agrião.
Misturamos tudo
e me completas tanto,
que nem tem explicação.
Queria dizer o que penso
quando estás por perto,
mas não sei falar
e sorrir ao mesmo tempo.
Sonho-te.
Boa noite.
Preciso ir dormir
pra ver se te encontro.

2 comentários:

Sérgio Ribeiro disse...

Ciça, fazia algum tempo que não entrava aqui mas pela qualidade e quantidade de poemas postados, você esta com a veia poética a tona. Parabéns mesmo gostei muito deste aqui mas eram 4:17am mesmo? eita insonia.

Jean disse...
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