08 junho, 2010

Espólio

A poesia há tempos não me visita,
Mas meus versos mudos
Passeiam pela casa.
Soltos, livres...
Assustando paredes,
Incorporando canções,
Imaculando o silêncio.
A alma calada reconhece o susto e canta.
Minha casa é um livro fantasma,
E eu moro na palavra que me espanta.

6 comentários:

Allan Robert P. J. disse...

A poesia está na alma. É como uma cor que se fixa em tudo o que observamos - que é diferente de olhar - e transforma a paisagem.

Renato Baptista disse...

Amiga...

Fica um convite para que faça parte da Casa da Poesia, uma rede social de literatura que eu e Beatriz Prestes administramos. É só se cadastrar: www.casadapoesia.ning.com

Abraços* e parabéns pela obra.

Renato Baptista

O Blog dos Blogs disse...

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Aguardamos você!

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Rafael Freitas disse...

Muito bom... a poesia é algo externo, que nos domina sem o dominarmos.
Parabéns pelo texto.

Sérgio Ribeiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sérgio Ribeiro disse...

Cada nova poesia se iguala a uma nova semente. Muitas vezes temos que esperar a germinação, mas na busca constante que vivemos entre palavras, rimas e corações, o curto longo tempo, vira uma eterninade em um quarto escuro.

Continue nos alegrando com suas poesias.
Bjs.