14 janeiro, 2008

Torrente


Invento um rio em mim
pra fazer fluir meus temores.
E tudo corre, escorre
e transborda.
Não sei correr para o mar.
E como não há como parar as águas
e nem mergulhar em queda livre,
evaporo-me.

4 comentários:

coupdecoeur disse...

Hello
a small mark at the time of my passage on your very beautiful blog!
congratulations!
thanks for making us share your moments
you have a translation of my English space!
cordially from France
¸..· ´¨¨)) -:¦:-
¸.·´ .·´¨¨))
((¸¸.·´ ..·´ -:¦:-
-:¦:- ((¸¸.·´* ~ Chris ~ -:¦:-
http://SweetMelody.bloguez.com

Vestígios disse...

Cecilia,esbarrei em seu blog por acaso,porem a maravilha poética que aqui encontrei me fez esquecer apesquisa que fazia. Tambem a moça já traz do berço o estigma de poeta: Cecilia. rsrs. Onde posso comprar seu livro?

Budacosmico disse...

Muito bonita essa poesia.

Chou disse...

Tempestade
Os vapores convertem-se em núvens carregadas, precipitam-se, hidratam o solo fértil e transformam intermitentes em permanentes. Ao navegador cabe a ciência de deixar o mar no tempo certo, subir o rio e provocar o "mau tempo" para que possa navegar em busca de seu bem.
Almirante Giuseppe de Chou.